30/12
Sempre que eu leio um livro algo nele me marca mais forte, e me faz lembrá-lo, pode ser a capa, um personagem, uma situação ou uma frase. No caso do livro A Divina Sabedoria dos Mestres do Dr. Brian Weiss (depois um post só sobre ele) o que me deixou a âncora mental foi a frase:
“Perdão não significa esquecimento. Significa compreensão.”
Ler essa frase me fez parar de ler, ela ia de encontro a uma crença que era forte em mim, sempre me ensinaram que “perdoar é esquecer”, as pessoas cobram isso umas das outras, eu tinha que pensar sobre ela, aqui deixo então meus pensamentos.
A primeira cena que me veio à mente foi a do calvário de Jesus, quando aquele homem vilipendiado, humilhado e torturado em seu momento extremo, eleva a voz aos céus e diz “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem” Lc (23,34), aqui está a chave, a compreensão da ignorância dos seus algozes fazia o Galileu perdoá-los e pedir a Deus que também o fizesse. Não há como esquecer uma ofensa, uma traição, um desgosto, na verdade nem devemos esquecer, pois essas experiências nos ensinam muito, e fazem necessariamente parte da nossa história, portanto o caminho não é esse, precisamos compreender que há sempre uma razão em tudo, nem sempre com boas conseqüências imediatas para nós, é verdade, mas ter a consciência disso nas faz ver do alto e não reagir de forma negativa, pois a vingança nos colocará no ciclo vicioso do mal, recalcando vamos absorver uma energia negativa que se transformará em mau humor, fobias ou até mesmo em doenças, por tudo isso é que o auto-conhecimento é tão importante, precisamos saber o quanto somos fracos (e fortes) para podermos compreender que os outros assim também o são, fracos e fortes. Forgive 2001, Welcome 2002.
Muitas vezes nos vangloriamos (publicamente ou não) de virtudes que não conquistamos agora, que trazemos de antes do berço, de nossas experiências passadas, achamos até que elas justificam, ou compensam, os defeitos e imperfeições que ainda temos, costumamos achar que o saldo é o que importa, é o que a psicologia classifica como o mecanismo de defesa da racionalização, quando a verdadeira razão de estarmos aqui, nessa nova oportunidade na Terra, é trabalharmos para corrigir aquelas arestas da nossa personalidade que já temos consciência que ainda nos fazem errar, que nos fazem desequilibrar o mundo através dos nossos atos. Não podemos nos corrigir no que não sabemos que estamos errados, mas temos o dever, para conosco e para com Deus, de focalizarmos naqueles pontos que somos sabedores das nossas dificuldades de relacionamento.
Faz um tempinho que eu não coloco um post aqui sobre
Acho que todo mundo com mais de 20 anos lembra de um desenho animado genial que contava a história de um homem que, após a demolição de um prédio, achava uma caixa, dentro dela encontra um sapo de cartola que já sai dançando e cantando “Hello my baby! Hello my Baby!…”, o homem imagina logo a fama e a fortuna com o sapo-que-canta-e-dança, mas qual não é a frustração do pobre homem, quando descobre que diante de outras pessoas ele apenas faz “CROAC, CROAC”. Lembraram ? Pois bem, eu agora estou me sentindo assim, frustrado, acabo de levar meu carro pela terceira vez na oficina para resolver um problema na ignição, e lá na frente do eletricista ele simplesmente não dá o defeito. Putz, mas ontem, eu tive que empurrar sozinho o carro, e feito um doido pular pra dentro dele, passar segunda e acelerar, ufa! pro bicho pegar. Amanhã vou deixar o sapo, quer dizer o carro lá na oficina, quem sabe ele decide quebrar né ?
Conforme eu prometi, coloquei para download a versão final do
Feliz Natal para todos os que por aqui passam, aos que por aqui ficam, e principalmente aos que por aqui voltam!!
Para quem não reconheceu, este simpático senhor da foto é o mestre Ariano Suassuna imortal da ABL e autor de várias obras literárias entre elas o Auto da Compadecida que hoje em dia dispensa comentários depois do popular (e maravilhoso) filme do Guel Arraes.
Caramba, eu sempre achei que um dia eu ia usar meus parcos conhecimentos de alemão, adquiridos há mais de 10 anos em um curso que eu levei dois anos não consecutivos para finalizar dois períodos (aluno aplicado eu né?), depois desisti por falta de motivação.
Conforme prometido no post anterior, aqui a resposta (Deus queira) visionária de Peter Drucker ao Sr. Luiz Ernesto Gemignani, presidente da Promon, um dos maiores grupos de tecnologia do Brasil. Eu queria que os atuais e os próximos governantes do nosso país lessem isso com carinho.
Estou com esse post na ponta da agulha há uns 10 dias. Estava eu, zapeando na tv, numa quinta-feira à noite, quando vejo que na 



