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Ontem depois de ler o conto Os Dragões não conhecem o Paraiso do livro homônimo de Caio Fernando Abreu, escrevi a seguinte poesia durante a aula de Administração de Custos:
Metáfora
Minha verdade hoje não tem certeza
Egoísta que é meu desejo
Trouxe música, memória e beleza
Antes fosse real o que vejo.
Faz-me bem divagar em figuras
Onde nada me acusa ou condena
Rente ao chão lentamente flutuas
Acalma-te senta aqui e contempla.
Marcelo Leal Limaverde Cabral (31/10/2001)
PS. Interessante que eu li o conto sabendo apenas que era o capítulo XIII de um livro qualquer de um autor qualquer, na verdade era uma xerox. Isso foi bom, não saber quem era o autor, me fez ler sem preconceitos (positivos ou negativos).




