24/02
Uma das páginas que o Google mais indica visitantes para esta minha WebHome é a que contém um pequeno artigo sobre o Suicídio que eu escrevi há alguns anos para a saudosa lista de espiritismo da Summer.
Por causa disso, de vez em quando recebo e-mails de pessoas fazendo perguntas sobre o tema, algumas mensagens até complicadas de responder, uma vez que não conhecemos bem a quem estamos falando (escrevendo). Este fim de semana recebi mais uma destas e por ser uma pergunta mais genérica, posso publicar aqui a minha resposta, quem sabe alguém que passa por aqui também tenha a mesma dúvida. Lembrando que esta é a minha visão pessoal sobre o assunto baseada no que estudei e no que vivenciei, nada mais e nada menos.
Os praticantes de esportes radicais, por exemplo, o páraquedismo, estão praticando o suicídio?
O suicídio, como o entendemos, pressupõe que haja a intenção de morrer, ou seja, suicida seria então, de forma sucinta, aquele que desencarna por ato próprio consciênte ou de outrem a seu pedido. No caso dos esportes radicais, sabemos, há grandes riscos envolvidos, mas o praticante não intenciona morrer, ele busca a diversão e o prazer. Outra variável nesta questão seria quando há a morte devido à prática irresponsável, ou seja, sem as precauções ou o preparo necessários, neste caso só analisando a psique do próprio praticante poderíamos responder se esta irresponsabilidade foi pensada visando o auto-aniquilamento ou foi simplesmente fruto da sua imaturidade.
Portanto sempre temos que analisar as intenções e todo o contexto envolvido, e mesmo no caso de suicídios reais, há diversos fatores atenuantes envolvidos, no que tange ao sofrimento pós-morte, pois este ato extremo sempre é o trágico final de um processo difícil de vida onde muitas vezes o suicída silenciosamente vinha sendo arrastado a este ato por outras pessoas (encarnadas ou não).

Eu hoje só ia deixar aqui no blog o post do Cafú com a Copa, mas esta noite diante
Eu nunca gostei de fazer esses testes que campeiam as teias virtuais como uma praga, mas fiquei curioso e acabei fazendo o teste que a
Biologicamente falando, a clonagem é fazer um gêmeo univitelino nascer em época diferente do seu “irmão”, com possíveis (e por hora imprevisíveis) efeitos colaterais por não ter sido gerado de uma célula reprodutora.
Por várias vezes eu fiquei tentado a encomendar na
Depois de vários meses distante das minhas atividades voltadas para o espírito, fui convidado, mês passado, por um grupo espírita para dar uma palestra em uma de suas reuniões públicas. A data marcada foi ontem. Escolhi um tema sobre o qual havia escrito há uns dois anos, “Culpa e Medo, freios do nosso processo evolutivo”. Segue então um breve resumo da palestra:



