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Eu trabalho ao lado da Livraria Cultura e diariamente após o almoço faço um exercício profundo de auto-controle, para não sair torrando todo o meu suado dinheirinho em tantas coisas legais que existem por lá.

Mas hoje não deu, foi demais para meu espírito geek resistir à este livro (clique na capa para mais detalhes) escrito pelo Steve Sansweet, produtor da trilogia original de Star Wars. Nele não existem só fotos legais sobre a história da hexalogia, ele traz cópias de tesouros arqueológicos, como fotogramas, convites, esquemas de naves, páginas de roteiro escritas à mão por George Lucas, adesivos, tudo encaixado nas páginas mas que você pode tirar e manusear, resumindo um museu!

Vai ficar lindo na nossa estante nova viu Érika ;)

gtd.jpgQuando eu finalmente tomei consciência que sofria de déficit de atenção, resolvi que precisava me utilizar de alguma técnica para melhorar minha produtividade. Estava relendo os posts antigos deste blog e percebi que por várias vezes me queixei de não estar sendo produtivo, de estar dispersando fácil etc.

Ouvi falar então no livro Getting Things Done, do consultor americano David Allen, que se propõe a justamente ajudar na produtividade pessoal sem angústia, pressão ou estresse.

Não sou muito fã de livros de auto-ajuda, mas li algumas resenhas e todos falavam muito bem do livro pois na verdade trata-se de uma técnica (apelidada de GTD) bem simples e prática de efetivamente “botar a cana pra moer”!

Comprei o livro (baratinho) na Amazon e comecei a ler, mas infelizmente o livro peca por não ensinar logo nas primeiras páginas como a gente faz pra ter a disciplina pra terminar de lê-lo :P

Resultado, ele também entrou pra minha lista de pendências…raios duplos…raios triplos!


Se você não conhece o professor Amit Goswami, importante físico especializado em física quântica, vale a pena ler a transcrição da entrevista que ele concedeu ao programa Roda Viva da TV Cultura. Clique aqui >>

Teus filhos não são teus filhos.
Eles são os filhos e filhas do anseio da Vida por si própria.
Ele vêm através de ti, mas não de ti,
E ainda que contigo estejam, não te pertencem.
Tu podes dar-lhes teu amor mas não teus pensamentos,
Pois eles têm seus próprios pensamentos.
Tu podes hospedar seus corpos mas não suas almas,
Pois suas almas moram na casa do amanhã, a qual não podes visitar, nem mesmo em sonhos.
Podes empenhar-te em ser como eles, mas não procure fazê-los como tu és.
Pois a vida não caminha para trás nem delonga-se no ontem.
Sois os arcos dos quais seus filhos como flechas vivas são lançados adiante.
O Arqueiro vê o alvo no caminho do infinito, e Ele vos curva com Sua força para que Suas flechas sigam velozes e para longe.
Deixe que sua curvatura nas mãos do Arqueiro seja para a alegria;
Pois assim como Ele ama a flecha que voa, ama também o arco que é firme.

“O Profeta”
Khalil Gibran

Em dois ou três momentos da minha vida me recomendaram ler “O Profeta”, depois desta amostra grátis, aprovei, vou ler. A propósito achei esse texto no blog da Anna.

Eu nunca havia lido nada do (agora) imortal Paulo Coelho, então ganhei este livro em um amigo secreto no final do ano 2000, e desde então vinha tentando lê-lo, já havia começado uma vez mas as minhas idéias preconcebidas sobre o autor me faziam criticar cada parágrado que eu lia. Atrapalhava-me ao ponto de chegar ao fim de uma página e não lembrar nada do que havia lido. Na época desisti.

Este ano resolvi ler como quem lê um gibi, apenas por diversão, e fui ignorando o estilo e me atendo à história, assim depois de várias noites, lendo algumas páginas a cada vez, cheguei ao fim. Uma história com uma abordagem bem peculiar sobre a pergunta “O Homem é Bom?” (isso me lembra uma HQ do Moebius), uma trama simples e um desfecho previsível, em resumo um livro “aguado”, dizem que o que faz o sucesso dele no exterior são os bons tradutores que elevam o nível do texto, nesse caso terão que fazer milagre. Fora algumas reflexões filosóficas bem colocadas (que não sei são dele) o resto é fraco. Pobre Academia.

Em primeiro lugar queria agradecer o apoio e as dicas que várias pessoas deixaram no post “Ciúmes e Violência” em especial ao Marcus que também é pai e sabe das coisas. Valeu pessoal!

É engraçado como às vezes as pessoas olham estranho pra gente, pra mim e pra Érika, quando comentamos sobre a reação de Matheus à chegada do irmãozinho, dá um sentimento de culpa, parece até que estamos sendo negligentes com ele.

Estava refletindo sobre tudo isso após a conversa com a psicóloga da escola, cada criança é uma pessoa diferente, mesmo tendo apenas 5 anos Matheus é um espírito com virtudes e defeitos trazidos de experiências anteriores, tem portanto uma personalidade a partir da qual nós, seus pais, temos que trabalhar no processo educativo, através, principalmente do nosso exemplo (o mais difícil), esse é, pra mim, um dos aspectos mais bonitos do processo da reencarnação, a possibilidade dos pais ajudarem aqueles espiritos que recebem sob sua reponsabilidade a crescerem e superarem suas dificuldades, muitas vezes aprendendo mais com eles do que eles conosco.

Lembrei que seria interessante reler o livro Nossos Filhos são Espíritos do Hermínio Miranda para me ajudar a focalizar e refletir melhor.

Foi publicado esse mês de setembro mais um livro sobre blogs, agora em inglês, entre os autores estão o Ben e a Mena Trott os criadores do MovableType.

Para a minha surpresa o w.bloggar foi citado como “the most featureful desktop client”, clique na capa do livro que ilustra esse post para ver o índice do livro (super completo por sinal) e ver a citação no capítulo 2. Cool!

PS. Gostaria de registrar que recebi o livro Blogs! Seja um editor na era digital do Marcos José Pinto, muito bem feito, com uma linguagem simples e bem direta, recomendo para quem quer criar um blog e não conhece muito da área.

Saiu o primeiro livro brasileiro sobre Blogs, eu colaborei com o autor e segundo ele existe um capítulo sobre o w.bloggar. Estou aguardando o meu exemplar :-) Clique na imagem da capa para ver os detalhes no site da editora.

- Paciente: E então doutor o que eu tenho?

- Médico: Bem, você está com a “Síndrome de Parker”

- Paciente: E isso é grave doutor?

- Médico: Ainda não sabemos senhor Parker!