29/10
Hoje de manhã uma notícia foi destaque no Bom Dia Brasil: “Deputado teria incorporado espírito enquanto presidia sessão da Câmara” (grifo meu), pois bem, eu não gosto quando jornalistas usam o condicional para dar uma notícia, normalmente usam deste artifício quando não confirmaram a informação mas não querem perder o “furo”, neste caso, contudo, eu tenho que concordar com a Isabel Braga de O Globo.
Sem entrar no mérito da errônea expressão “incorporar” para denominar o fenômeno da “psicofonia”, não há como não ficar incomodado com a situação criada pelo nobre Deputado. A sessão solene era para homenagear Allan Kardec o ilustre organizador da Doutrina Espírita. É bom lembrar era o próprio Kardec quem nos alertava para os cuidados necessários quanto ao uso das faculdades mediúnicas, e principalmente guardar grande reserva em relação à identificação dos espíritos comunicantes.
Eu não conheço o conteúdo da mensagem proferida, mas ouvi a voz alterada do deputado baiano e de fato era muito parecida com a voz de Chico Xavier, o que confesso me cheirou a mistificação, não há como saber se houve o fenômeno realmente ou foi puro animismo, mas era certamente desnecessária. Pessoalmente não gosto de demonstrações públicas, mediunidade não é show, e a mistificação do processo medianímico só atrapalha no processo de investigação séria sobre o fenômeno, cria resistências e pré-conceitos.
No fim de semana passado Érika trouxe a camera de vídeo da
Seqüência original sem efeitos [
No post anterior eu usei o meu 





